quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Membro da maior milícia do Rio de Janeiro é preso no Interior do Ceará

Gerardo Alves Mascarenhas é cearense e havia retornado ao Estado há 18 dias, para visitar a família SEGURANÇA
O homem foi preso no município de Coreaú, na noite dessa quarta-feira (25) FOTO: DIVULGAÇÃO/ POLÍCIA CIVIL CEARÁ A Polícia Civil do Ceará prendeu um homem apontado como membro da maior milícia do Rio de Janeiro e tido pelas autoridades como de altíssima periculosidade. Gerardo Alves Mascarenhas, de 39 anos, foi capturado em uma operação do 15º Distrito Policial (Cidade 2000), na noite dessa quarta-feira (25), no município de Coreaú, a quase 300Km de Fortaleza. Mascarenhas, conhecido como 'Pirata', é um dos réus da Operação Intocáveis, que investiga a milícia do Rio das Pedras, e natural do Estado do Ceará. De acordo com o delegado titular do 15º DP, Dionísio Amaral, a prisão aconteceu após os policiais terem recebido informações específicas indicando que Geraldo Alves estava no Ceará para visitar a família. Foi apurado que ele tinha chegado ao Estado há 18 dias. O delegado informou que 'Pirata' tem extensa ficha de antecedentes criminais, incluindo uma série de homicídios, extorsão, corrupção e organização criminosa. Na milícia, a função do acusado era cobrar dívidas dos moradores, fazer a segurança da chefia e até mesmo matar aqueles que não pagavam o que a milícia ordenava. "Uma prisão importante para a nossa Polícia Civil. Ele não tentou reagir. Disse que quis passar um período com a mãe. Nessa comunidade do Rio das Pedras é onde tem o escritório do crime, um grande grupo de extermínio. Ele morava no Rio desde garoto", afirmou Dionísio Amaral. O grupo de extermínio é investigado por, supostamente, ter participado da morte da vereadora Marielle Franco. Ainda de acordo com o titular do 15º DP, não há indicativos que Gerardo Alves Mascarenhas tenha cometido crimes no Ceará. 'Pirata' está detido na Delegacia de Capturas (Decap), já à disposição da Justiça do Rio de Janeiro, aguardando ser transferido.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Dois grupos disputam licitação para novas urnas do TSE

O contrato é estimado em R$ 696,4 milhões para o fornecimento de até 180 mil urnas
© REUTERS/Bruno Kelly Notícias ao Minuto Brasil 13/09/19 22:00 ‧ HÁ 1 MIN POR FOLHAPRESS POLÍTICA ELEIÇÕES-URNAS Partilhar BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Dois grupos empresariais apresentaram propostas nesta sexta (13) e vão disputar licitação para fornecer até 180 mil urnas eletrônicas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O contrato é estimado em R$ 696,4 milhões. Conforme antecipou a Folha de S.Paulo, a Diebold, empresa que tradicionalmente fabrica os equipamentos para as eleições brasileiras, se associou à Smartmatic - que atuou em 15 pleitos na Venezuela, durante governos chavistas - e formou um consórcio. A informação foi confirmada à reportagem por integrantes das empresas e técnicos da corte eleitoral. A Smartmatic será a líder do consórcio, segundo informaram os envolvidos nas negociações. Controlada por empresários venezuelanos, a empresa foi adversária da americana Diebold nas licitações para urnas no Brasil desde 2009. Segundo pessoas desse mercado ouvidas pela reportagem, a parceria entre as duas companhias de grande porte tende a diminuir a disputa e, possivelmente, elevar as propostas financeiras. A outra concorrente é o grupo brasileiro Positivo, que havia solicitado extensão de prazo para a entrega de propostas, mas acabou se apresentando. Representantes da chinesa Byd, que também haviam requisitado mais tempo, não compareceram à sessão de entrega dos documentos. A presidente do TSE, ministra Rosa Weber, indeferiu os adiamentos, argumentando que isso poderia comprometer a entrega dos aparelhos para as eleições municipais de 2020. A partir de agora, num primeiro momento, o TSE iniciará a análise da documentação das empresas para decidir se elas podem ser habilitadas e continuar no processo. Em seguida, serão analisadas as propostas técnicas e de preço. Também serão feitos testes em protótipos de urna entregues pelas licitantes. Vence a licitação aquela que atingir a maior pontuação nos critérios técnicos e de valor. Não há prazo para que sejam divulgadas as cifras propostas por cada concorrente. O edital prevê um pagamento máximo de R$ 766 milhões (R$ 696,4 milhões, mais 10%) pelas 180 mil urnas - algo em torno de US$ 1.000 para cada uma, levando-se em conta também os serviços contratados. Um dos fatores que pressionam os custos este ano é a alta do dólar. As urnas têm componentes importados. Procuradas pela reportagem, as empresas participantes não se pronunciaram nesta sexta. As 180 mil urnas da atual licitação representam 32% das 550 mil existentes no país. O diretor-geral da Secretaria do TSE, Anderson Vidal Corrêa, diz que o objetivo é substituir os aparelhos de 2006 e 2008, obsoletos, e equipar novas seções eleitorais país afora.Inicialmente, até o ano que vem, o TSE pretende adquirir 103 mil equipamentos. Mas o número pode mudar, a depender do preço definido na licitação e da disponibilidade orçamentária. A nova urna terá um layout diferente. O visor ficará acima, e não mais ao lado do teclado. Segundo a corte, o modelo atual privilegia o eleitor destro. O novo formato, segundo estudos, exige menor movimentação dos olhos e tornará a votação mais rápida. Haverá ainda inovações na criptografia dos dados, para tornar ainda mais difícil a possibilidade de captura -no Brasil, nunca foi comprovada fraude dessa natureza. Os terminais do mesário, segundo a previsão do edital, terão agora tela de toque. Outra ideia é aumentar a velocidade de processamento e que os novos equipamentos tenham baterias de lítio, e não de chumbo. Elas são mais leves e exigem recargas em prazos mais longos. Segurança O sistema da urna eletrônica é desenvolvido pelo próprio TSE. Ele é o único que funciona nessa máquina e não funciona fora dela. A parte física (o computador em si) é construído por empresa especializada seguindo projeto do Tribunal. Ou seja, a licitação é para o equipamento, não para o sistema.Internet. As urnas não estão conectadas com a internet, o que eliminaria as chances de uma ofensiva remota. Segundo o TSE, em 22 anos de urna eletrônica, nunca foi detectada fraude. No último Teste Público de Segurança foram encontradas vulnerabilidades, mas o tribunal diz que elas foram corrigidas. Quem concorre à licitação atual A americana Diebold, fabricante de quase todos os lotes de urnas usadas no Brasil desde 1996, formou um consórcio com a Smartmatic, controlada por venezuelanos. As empresas CTIS, de um grupo chileno, Positivo Tecnologia, brasileira, e Byd, de origem chinesa, também demonstraram interesse. Eleições venezuelanas A Smarmatic forneceu urnas para eleições na Venezuela de 2004 a 2017, nos governos de Hugo Chávez e do ditador Nicolás Maduro. Houve diversas denúncias de fraude nas eleições venezuelanas desde então, mas elas não estão ligadas aos equipamentos. Há suspeitas de compra de votos e pressão para que a população vote em candidatos chavistas. Não foi comprovada manipulação nos números do sistema eleitoral. Em 2017, a Smarmatic rompeu com o governo venezuelano e disse que o regime de Maduro mentiu sobre a taxa de comparecimento nas eleições, visto que o número registrado pela empresa foi menor. 180 mil novas urnas devem ser adquiridas. Isso equivale a 32% das 550 mil existentes no país.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Polícia investiga desaparecimento de empresária em Fortaleza

Por Redação, 12:26 / 04 de Setembro de 2019 ATUALIZADO ÀS 12:40 Naiara de Queiroz Lima, de 30 anos, sumiu desde segunda-feira (2); imagens das câmeras de segurança da loja dela a registraram pela última vez 'chorando muito', segundo a família
O veículo de Naiara foi visto pela última vez no início da tarde de segunda-feira (2), no cruzamento das avenidas Abolição e Desembargador Moreira, no bairro Meireles. Em nota, a PCCE informou que o 28º Distrito Policial (DP) está à frente das investigações, com auxílio da 12ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), especialista em casos de desaparecimentos, e da Delegacia Metropolitana de Maracanaú, onde a família registrou Boletim de Ocorrência. Denúncias A Polícia Civil ressalta que a população pode contribuir com as investigações repassando informações que possam auxiliar os trabalhos policiais. As denúncias podem ser feitas pelo número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS); para o ‪‪(85) 3101.2779, do 28º Distrito Policial (DP), ou ainda para o número ‪‪‪(85) ‪99111-7498, que é o WhatsApp do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), por onde podem ser feitas denúncias via mensagem. O sigilo e o anonimato são garantidos. Naiara trabalhava em Maracanaú, onde foi vista pela última vez; carro foi flagrado horas depois no Meireles, em Fortaleza FOTO: ARQUIVO PESSOAL Uma empresária do município de Maracanaú, identificada como Naiara de Queiroz Lima, 30, está desaparecida desde segunda-feira (2), quando foi contatada pela família pela última vez. A Polícia Civil do Ceará (PCCE) investiga o desaparecimento, enquanto a família busca possíveis motivações para o sumiço. De acordo com Jefferson de Queiroz Lima, 28, irmão de Naiara, o último contato com ela foi feito pelo WhatsApp, às 13h05 de segunda-feira. “Ela respondeu que não estava em casa e não sabia que horas voltaria. Ela não faria isso, porque sabe que nossa mãe tem problema de nervosismo e depressão”, afirma o irmão. A última imagem da empresária foi capturada pelo sistema de câmeras da loja dela, no bairro Luzardo Viana, em Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). A família teve acesso ao estabelecimento após arrombar a grade, como relata Jefferson. “Nas imagens que vimos, ela tava sentada, olhava pro computador, pra um papel nas mãos e chorava bastante. Chorava muito.”
FOTO: DIVULGAÇÃO/PCCE O veículo de Naiara foi visto pela última vez no início da tarde de segunda-feira (2), no cruzamento das avenidas Abolição e Desembargador Moreira, no bairro Meireles. Em nota, a PCCE informou que o 28º Distrito Policial (DP) está à frente das investigações, com auxílio da 12ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), especialista em casos de desaparecimentos, e da Delegacia Metropolitana de Maracanaú, onde a família registrou Boletim de Ocorrência. Denúncias A Polícia Civil ressalta que a população pode contribuir com as investigações repassando informações que possam auxiliar os trabalhos policiais. As denúncias podem ser feitas pelo número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS); para o ‪‪(85) 3101.2779, do 28º Distrito Policial (DP), ou ainda para o número ‪‪‪(85) ‪99111-7498, que é o WhatsApp do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), por onde podem ser feitas denúncias via mensagem. O sigilo e o anonimato são garantidos.

Reforma da Previdência: CCJ do Senado aprova relatório de Tasso Jereissati

Reforma da Previdência: CCJ do Senado aprova relatório de Tasso Jereissati - InfoMoney Veja mais em: https://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/9281866/reforma-da-previdencia-ccj-do-senado-aprova-relatorio-de-tasso-jereissati
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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Cid declara que Moro é um político e que Ciro deverá disputar eleições de 2022 para Presidência da República

2 de setembro de 2019 às 12:06
0 Aos 56 anos, depois de ser líder estudantil na década de 1980 e filiado a partidos ligados a lutas populares ao longo da carreira política, o senador Cid Gomes (PDT-CE) afirma ter vergonha de se dizer de esquerda. O culpado, segundo ele, é o Partido dos Trabalhadores. “O PT acabou passando uma ideia para a população de que esquerda é o vale-tudo, pode meter a mão, pode fazer o que quiser sem o mínimo de moral e ética”, diz, para completar em seguida: “A crença de alguns de que os fins justificam os meios virou sinônimo de corrupção e de desmando. Isso acabou ficando colado na esquerda”. Na tarde da última quarta-feira, 28, Cid recebeu a reportagem do Correio Braziliense no gabinete, no 10º andar do Senado. Falou durante uma hora sobre o governo de Jair Bolsonaro, o difícil papel da oposição, o ministro Sérgio Moro e a candidatura do irmão Ciro Gomes. Sobre Ciro ser candidato nas eleições de 2022, Cid respondeu: “Eu acho que vai. Claro que você não pode passar ideia de que é um oportunista, que não quer nem saber quem está no governo, que é poder pelo poder e tal. Mas à medida que o governo Bolsonaro se desgasta, a gente tem que começar a se preparar”. Na ocasião, o senador falou sobre Sérgio Moro e declarou que ele “é ganancioso, não tem nada de magistrado, é um político, tem pretensões, vaidades políticas”. Além disso, o pedetista fez uma previsão: “Bolsonaro vai querer mandar na Polícia Federal e imagino que ele não vá aceitar isso. Vão brigar. Aí o Doria chama para ir para lá, para São Paulo. Enfim, vai virar mais um político”. Repórter Ceará com informações do Correio Braziliense

A PF ESTÁ NA MIRA. SERGIO MORO TAMBÉM

Caro leitor, Os homens da lei estão sendo encurralados. Autoridades e instituições que mais colaboraram na luta contra a corrupção no Brasil nos últimos anos estão cercadas. Sergio Moro, Maurício Valeixo (diretor-geral da PF), a própria PF, a Receita Federal, o ex-Coaf… Moro já estuda, reservadamente, o melhor momento para deixar o cargo. O diretor-geral da PF, escolhido por Moro para o cargo pelo trabalho realizado na Lava Jato, ameaça fazer o mesmo. A Receita, que também cooperou muito com a Lava Jato revelando dados sobre os malfeitos, está sendo enquadrada. O presidente do Coaf, outro escolhido de Moro, foi guilhotinado. O repórter Fabio Serapião apurou os bastidores desse cerco aos homens da lei. Ele traz informações exclusivas: Leia o trecho da apuração de Serapião sobre as reações de Maurício Valeixo, diretor-geral da PF, e do próprio Moro às declarações do presidente Bolsonaro de que o chefão da Polícia Federal poderia perder o …não faltaram especulações sobre o futuro de Valeixo. Ele poderia entregar o cargo a partir da declaração do presidente? Seria demitido? O próprio Sergio Moro, cuja autoridade acabara de ser posta em xeque mais uma vez pelo presidente, poderia se demitir? As bolsas de apostas em Brasília fervilhavam. Moro evitou falar. “Sem comentários”, dizia ao ser indagado sobre as declarações de Bolsonaro. Nos bastidores, porém, sabe-se que ele não está feliz. E, a pessoas próximas, já fala inclusive sobre qual seria o momento ideal para deixar o cargo… O momento é delicado, você sabe. Trata-se de uma espécie de encruzilhada entre o presente e o passado, e lei e o crime, a estagnação e o desenvolvimento. O repórter Fabio Serapião assim define as circunstâncias, em outro trecho da apuração exclusiva: “O momento é crucial, e o resultado do jogo pode ser determinante para o futuro de investigações como a Lava Jato…” Fonte: O Antagonista!

"Para ganhar copa do mundo é preciso alguém chamar a responsabilidade pra si"

Tá na hora de surgir um novo jogador brasileiro para honrar a amarelinha e nos presentear com o hexa!