quinta-feira, 30 de abril de 2020

Brasil encerra abril com 5.901 mortes e 85.380 casos de coronavírus

Epicentro da doença no País, São Paulo tem 2.375 mortes pelo novo coronavírus; Rio de Janeiro, segundo Estado com maior número de contaminações e mortes, registra 854 óbitos.


Reuters 30/04/20 17:15 ‧ HÁ 5 HORAS
 POR ESTADAO CONTEUDO

BRASIL NÚMEROS BR

OBrasil encerra o mês de abril com um total de 5.901 óbitos e 85.380 pessoas contaminadas pelo novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, o País registrou 435 mortes e 7.218 novos casos de contaminação de covid-19, informou o Ministério da Saúde.


Epicentro da doença no País, São Paulo tem 2.375 mortes pelo novo coronavírus, 128 registradas nas últimas 24 horas, um aumento de 6% em relação ao balanço de ontem. O total de casos confirmados é de 28.698, um aumento de 10%.

O Rio de Janeiro, segundo Estado com maior número de contaminações e mortes, registra 854 óbitos e 9.453 contaminações, seguido por Pernambuco (565 mortes e 6.876 casos), Ceará (482 mortes e 7.606 casos) e Amazonas (425 mortes e 5.254 casos).


Flamengo sofre impacto do coronavírus e inicia série de demissões para enxugar folha

Cortes começam pelas categorias de base e mais de dez funcionários foram comunicados do desligamento na manhã desta quinta-feira. Serão 62 saídas no total

Por Cahê Mota — Rio de Janeiro

 

Assembleia Legislativa aceita pedido de impeachment do governador do Amazonas e vice

Pedido foi protocolado na Casa Legislativa pelo Sindicato dos Médicos do Amazonas, que alega má gestão no combate à pandemia do novo coronavírus no estado.

Por G1 AM

 

Assembleia Legislativa aceita pedido de impeachment do governador do Amazonas — Foto: Carolina Diniz/G1AM

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Josué Neto, aceitou, nesta quinta-feira (30), pedidos de impeachment do Governador do Amazonas, Wilson Lima (PCS), e do seu vice, Carlos Almeida. As denúncias foram protocoladas na Casa pelo presidente do Sindicato dos Médicos, Mario Vianna, que alega má gestão no combate à pandemia do novo coronavírus no estado.

Nos pedidos, enviado à Aleam no dia 27 deste mês, o médico relata a "prática de crimes de responsabilidade e improbidade, com o "mau uso dos recursos públicos na área da saúde do Amazonas" e o aumento de mortes no estado.

De acordo com a Aleam, são duas denúncias separadas: uma contra Wilson e outra contra Almeida. As duas citam colapso no sistema de saúde do Estado durante a pandemia. Em todo o Amazonas, o número de pessoas infectadas passa de 5 mil.

A autorização para o andamento dos dois pedidos de impeachment foi dada pelo presidente da Assembleia, Josué Neto (PRTB), em sessão virtual. "Após o recebimento da denúncia, será lida na sessão seguinte e definida uma comissão especial eleita da qual participem, observada a respectiva proporção, representantes de todos os partidos", disse Neto.

A partir de agora, de acordo a Assembleia, deputados vão indicar os membros da Comissão Especial, que será criada para analisar os dois pedidos. A comissão deve emitir um parecer inicial que justifique uma investigação. Depois disso, o parecer da comissão segue para plenário. Se aceito, a Casa dará início ao processo investigatório.

Segundo Informações da Procuradoria da Aleam, a tramitação e análise das denúncias, bem como o número de deputados que vão compor a comissão ainda serão definidos, visto que é a primeira vez que um governador passa por um pedido de impeachment no Amazonas.

Governador diz "que momento é inoportuno"

Por meio de nota, o governador Wilson Lima afirmou "que o momento é inoportuno e que a decisão não tem fundamento e está contaminada por questões eleitorais".

No comunicado, Lima completa dizendo que respeita o debate político na ALE-AM, mas afirma que este não é o momento para discussão de uma pauta que está distante dos reais problemas do Amazonas e da população.

"Todos os presidentes de todas as instituições desse Estado estão discutindo conosco soluções para a crise e o presidente da Assembleia será muito bem vindo à mesa", frisou.

Pedidos de impeachment

Um outro pedido de impeachment havia sido protocolado pelo Sindicato dos Médicos na Aleam na última semana. O documento ainda está na Procuradoria da Casa Parlamentar.

Na quarta-feira (29), um novo pedido foi enviado para a Assembleia Legislativa. Desta vez, do Conselho Regional de Administração do Amazonas, em nome de Inácio Guedes Borges, alegando falta de honestidade na Administração Pública Estadual na Área da Saúde e, ainda, prática de crimes de responsabilidade, também pedindo o afastamento do governador e do vice dos cargos, além da inabilitação para exercer função pública por período de cinco anos.

O pedido, que ainda vai ser avaliado, acontece em meio ao colapso na saúde, com quase 100% dos leitos públicos ocupados, por conta da pandemia no Amazonas, que até esta quinta-feira (29) registrou mais de 4,8 mil casos confirmados da doença em todo o Estado. O primeiro caso foi confirmado no dia 13 de março deste ano. Desde então, os casos só aumentaram.

As mortes também subiram e levou governo a instalar novas câmaras frigoríficas em hospitais de Manaus. Além disso, câmeras frigoríficas foram instaladas na área externa de hospitais para comportar corpos. O sistema funerário também está afetado e, por isso, foram abertas valas comuns, chamadas pelo órgão de trincheiras, para enterrar vítimas do novo coronavírus no cemitério público Nossa Senhora Aparecida.

Pedido de impeachment arquivado

Um pedido de impeachment contra o governo Wilson, protocolado em dezembro do ano passado, foi arquivado pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). A justificativa, segundo consta no Diário Eletrônico do dia 5 de fevereiro deste ano, é a falta de fundamentação e descrição precisa dos fatos.

A vice-presidente da Assembleia, deputada Alessandra Campelo (MDB), explicou que o pedido carece de técnicas jurídicas e não apresentou provas a respeito do crime de responsabilidade.

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Preso morre após sete dias de internação no CE com sintomas de coronavírus...

Imagem: iStock

Carlos Madeiro

Colaboração para o UOL, em Maceió

28/04/2020 21h56

A SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) do Ceará informou hoje que um preso de 36 anos morreu após sete dias na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da cidade de Horizonte, na região metropolitana de Fortaleza. Foi a primeira morte de detento no estado que lidera em casos na região Nordeste.

Segundo a secretaria, a vítima cumpria pena na CPPL (Casa de Privação Provisória de Liberdade Professor Clodoaldo Pinto) 2, em Iaitinga, e estava internado desde o dia 21 de abril, quando apresentou sintomas de doença gripal mais severa.


"A SAP aproveita para informar que a ala onde o interno estava recolhido encontra-se isolada e que nenhum detento do local apresenta sintomas de gripe ou semelhante a coronavírus", informou. A secretaria ainda informou que providenciou testes rápidos para servidores e internos. "O objetivo é antecipar os casos suspeitos, promover tratamento entre os casos confirmados e prevenir uma possível disseminação da doença", afirma. Sobre os testes, o governo diz que "deram positivos para 67 agentes penitenciários." "Todos estão estáveis, isolados e acompanhados por um grupo intersetorial da SAP composta por médicos, psicólogos e assistentes sociais", diz o texto, que não informa quantos presos estão com a doença. Segundo boletim atualizado hoje, o Ceará registra 417 mortes e 6.985 casos de covid-19



Mulher é baleada e morre após confusão por máscara no Paraná

Um cliente do hipermercado tentava entrar no estabelecimento sem usar o equipamento de proteção, mas foi impedido pelo segurança do local.
CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - 

Uma confusão provocada pelo uso obrigatório de máscaras de proteção contra o novo coronavírus causou a morte de uma funcionária de um hipermercado de Araucária, na região metropolitana de Curitiba, na tarde desta terça-feira (28).

Um cliente do hipermercado tentava entrar no estabelecimento por volta das 15h30 sem usar o equipamento de proteção, mas foi impedido pelo segurança do local.

Segundo o diretor-geral de segurança do município, Antonio dos Santos de Souza, o funcionário acabou atirando contra o cliente após ambos entrarem em luta corporal na porta do estabelecimento.

O tiro acertou o cliente na região abdominal e também o pescoço de uma funcionária de 45 anos do hipermercado, que não resistiu ao ferimento e morreu no local.

O cliente foi atendido por uma ambulância do Siate e precisou ser levado de helicóptero da Polícia Militar para um hospital de Curitiba. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dele. O segurança do hipermercado por preso, segundo Souza.

Procurada pela reportagem, a assessoria do estabelecimento disse, em nota, que lamenta o ocorrido e que está prestando apoio à família da vítima. A empresa afirma que está contribuindo com as investigações para que as autoridades esclareçam os fatos.

A rede apontou ainda que, segundo informações coletadas pela guarda municipal de Araucária, o segurança tentou oferecer uma máscara da empresa, sem custo, para que o cliente pudesse fazer as compras. Mesmo assim, o funcionário teria sido agredido e, em meio à confusão, o cliente tentou pegar a arma do segurança.

Ainda segundo o supermercado, a fiscal da loja que foi atingida e acabou morrendo estava tentando apaziguar a situação e prestar os esclarecimentos sobre os decretos que determinam o uso do equipamento de proteção.

Em Araucária, o uso de máscaras de proteção para evitar a disseminação do novo coronavírus é obrigatório em repartições públicas e no comércio. Caso seja flagrado descumprindo a medida, o estabelecimento pode ter o alvará cancelado.



domingo, 26 de abril de 2020

FANTÁSTICO 26/04/2020 - Sérgio Moro X Jair Bolsonaro | Por que Moro saiu...

VIROU PIADA!!! MULHER DE MORO EMITE NOTA E TENTAR PINTAR ELA E O MARIDO ...

Mandetta, Danilo Gentilli e Kim Kataguiri | AO VIVO | 1º Congresso Onlin...

Cachoeira do Cabeço de Macassá em Rasteira Quixeré ce

Jornal o Quixereense mostrando nossas belezas naturais!
No município de Quixeré em periodos invernosos, vários são os pontos de belezas naturais a serem mostrados. desta feita, um dos nossos pricipais admiradores da natureza local, o genial fotografo Quixerense Lennon Silva mostrou com detalhes a belissima paisagem que é a Cachoeira do Cabeço de Macassá em Rasteira Quixeré ce, um dos pontos bastante visitado por populares circonvizinhos para o tradicional banho de cachoeira, além do momento de lazer em meio a natureza e clima agradavel que esse lugar nos proporcina. Qem não conhece, em momentos mais intensivos das chuvas é o período mais propício para se visitar nosso parque natural da comunidade, pois nas estiagens das chuvas só se pode ussufruir da beleza das paisagens mais a caxoeira em si, para suas correntezas, já que depende do acúmulo das aguas das chuvas para formar sua fonte e nos brindar com sua queda d,água. Quando tiver uma oportunidade de vir a nossa Querida e amada Rasteira em tempos invernosos, Não deixe de vizitar nossa tradiciopnal Cacheira do Cabeço de Macassá, um lugar lindo de se ver e apreciar nas terras desconhecida de Quixeré! Com imágens captadas pela câmera de Lennon Silva. Por: Limar Araújo.

Moro vs Bolsonaro: Atribuições e Responsabilidade do Presidente da Repúb...

URGENTE: CIDADÃOS FAZEM CARREATA EM BRASÍLIA PARA APOIAR BOLSONARO APÓS ...

No BBB de Bolsonaro, ele é imune e todos são vilões

Após Moro sair, crise no governo pressiona Guedes

O diálogo foi trocado quando os dois ministros, agora desafetos, se encontraram para o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, na sexta-feira

pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, na sexta-feira

POLÍTICA PRESSÃO

Considerado nos bastidores a "bola da vez" da fritura no governo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, entrou em atrito com colegas na Esplanada e expôs sua contrariedade com o plano econômico anunciado na semana passada para o período pós-pandemia do coronavírus. Em conversa ríspida com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, no Palácio do Planalto, acusou o ex-auxiliar de atrapalhar a atuação do Banco Central na crise e na política de juros.

 

O diálogo foi trocado quando os dois ministros, agora desafetos, se encontraram para o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, na sexta-feira, depois da demissão de Sérgio Moro do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. A desavença envolvendo o outro "superministro" do governo coloca mais lenha na fogueira da crise política que o presidente enfrenta.

Depois de Luiz Henrique Mandetta, demitido da Saúde, e de Moro, Guedes entrou no processo de "fritura" deflagrado por uma ala do governo por insistir no discurso de manutenção da sua política de ajuste fiscal. O presidente, como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, está disposto a dar um "cavalo de pau" no seu governo e aposta no Plano Pró-Brasil, baseado em obras e investimentos com dinheiro público, para recuperar o País na fase pós-pandemia. Essa mudança de rumo envolve ainda a aproximação com parlamentares do Centrão, bloco informal do Congresso que não gosta de Guedes e defende o aumento dos gastos públicos.

Nos bastidores, a área econômica vê uma articulação de Marinho com parlamentares para colocar em Guedes o carimbo de insensível com os pobres. O ministro da Economia tem rebatido as críticas ao dizer a interlocutores que partiu dele próprio a ideia de criação do auxílio emergencial aos trabalhadores informais, combinando com presidente para subir o valor e chegar aos R$ 600.

As especulações no mercado sobre uma possível saída de Guedes aumentaram após as demissões de Mandetta e de Moro terem sido motivadas pela interferência do presidente nas duas pastas. A pergunta que agora se faz no meio político é se Guedes vai aceitar uma ingerência de Bolsonaro em suas ações. Os dois ex-colegas de Esplanada não aceitaram.

Apesar da pressão, o ministro tem dito a interlocutores que não há nenhuma intenção de deixar o cargo, mas também não pretende mudar sua política econômica de aumento dos investimentos via iniciativa privada.

Contraponto

Auxiliares diretos de Bolsonaro reclamam da "visão fiscalista" do Ministério da Economia e da falta de um contraponto econômico dentro do governo, como havia antes da criação do superministério sob a alçada de Guedes.

Após tomar as rédeas da negociação com o Congresso na reforma da Previdência, no ano passado, quando ainda assessorava Guedes, Marinho ganhou a confiança de Bolsonaro. Alçado a ministro, passou a fazer parte de um núcleo de conselheiros mais próximos do presidente.

No encontro de sexta-feira no Planalto, Marinho tentou uma conversa com Guedes, sem sucesso. Segundo apurou o Estado, o ministro da Economia disse ao ex-auxiliar que só conversa com ele no "fórum que ele escolheu", ou seja, em reuniões ministeriais. "Não tenho nada para conversar com você", avisou o ministro. Marinho não foi para o embate.

O ministro da Economia chegou a citar que chamaria o presidente do BC, Roberto Campos Neto, também presente no pronunciamento de Bolsonaro, para mostrar o "estrago" que o Plano Pró-Brasil, anunciado sem a equipe econômica, fez no mercado e no valor das empresas brasileiras, trazendo incertezas para o futuro da economia. No dia do lançamento do plano, o dólar subiu, os juros a longo prazo abriram em alta e a Bolsa caiu.

Guedes e sua equipe batizaram, internamente, o plano Pró-Brasil de "PAC do Marinho", numa referência ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) de obras públicas dos governos do PT.

O ministro afirmou a auxiliares que Marinho foi o articulador do programa e foi chamando "um a um" os ministros para comprarem a ideia e emplacar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) "fura teto de gastos", a regra fiscal que o impede o crescimento das despesas acima da inflação. A interlocutores, o Marinho negou que Guedes tenha falado na sua frente sobre BC e nega o rompimento.

A expectativa em parte do governo é de que haverá uma convergência de ideias em torno da necessidade dos investimentos públicos para a retomada econômica após a crise, o que está sendo feito no mundo todo devido ao aumento da aversão ao risco. O maior exemplo, na avaliação dos defensores desse quadro, é decisão da Boeing de desistir de comprar a Embraer.

Respostas

O Ministério do Desenvolvimento Regional disse que não há indisposição entre Rogério Marinho e Paulo Guedes. O Ministério da Economia não comentou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Sepultamento em tempos de covid-19 exige mudança de rituais

Com caixões lacrados, os enterros em tempos de covid-19 exigiram mudanças como participação de parentes via chamada de vídeo, rituais religiosos pela internet ou mesmo cerimônias solitárias

© DR

26/04/20 14:45 ‧ HÁ 26 MINS POR NOTÍCIAS AO MINUTO

BRASIL MUDANÇA

Diante da pandemia do novo coronavírus, dezenas de famílias se viram obrigadas a passar pelo processo de morte e luto de um ente querido à distância. Sem velórios ou com um número reduzido de pessoas e de tempo, com caixões lacrados, os enterros em tempos de covid-19 exigiram mudanças como participação de parentes via chamada de vídeo, rituais religiosos pela internet ou mesmo cerimônias solitárias.

“Os rituais diante da morte são muito importantes, porque regularizam as experiências, fornecem um lugar seguro, desde um lugar físico, até um lugar afetivo importante para expressão das emoções, para que as pessoas possam enfrentar este momento juntas. Com a covid -19, esses rituais, que tinham função apaziguadora, organizadora, não estão acontecendo, e isso representa um risco para o luto complicado após a morte, porque não foram feitas as despedidas” afirma a coordenadora do Laboratório de Estudos e Intervenções sobre Luto da PUC-SP, professora Maria Helena Pereira Franco.

A docente prevê um tempo bastante difícil no que diz respeito à saúde mental e o luto: “As pessoas que apresentam um luto complicado vão ter algumas demandas que precisarão ser atendidas, como por exemplo, buscarão mais os serviços de saúde, pois ficarão mais atentas a algum sintoma, terão mudanças no sistema imunológico, ficando mais suscetíveis a adoecer”.

Ela explica que haverá impacto também no âmbito social, na relação com grupos maiores, nas relações familiares. “Inclusive, por não terem a oportunidade de se despedir, podem ficar com a expectativa de que aquela morte não aconteceu, porque não tiveram a concretude da morte que os rituais proporcionam”, explica. Para Maria Helena, é importante pensar em alternativas e adapatações a esta falta, justamente porque é importante que o luto seja feito, nem que seja uma reunião online com amigos e familiares da pessoa falecida.

Do ponto de vista religioso, o contato físico diante da morte é também uma forma de prestar solidariedade e acolhimento, afirma o professor da Faculdade de Teologia da PUC-SP, padre Sérgio Lucas.

“A perda de um ente querido é sempre uma experiência de dor, mesmo quando se dá ao final de um longo processo de adoecimento. Para lidar com esse evento, muitas pessoas recorrem às práticas religiosas, que podem oferecer significativa ajuda, mas com o distanciamento social provocado pela covid-19 refletimos sobre a possibilidade de realizar os rituais religiosos fúnebres de outras formas”, informa o professor.

Ele explica, que mesmo que não seja um ritual religioso, a despedida é importante. “No momento do falecimento, as pessoas se reúnem e elaboram algum ritual de despedida, um ritual que pode ser laico, pode ser conduzido por um conhecido, um próprio membro da família, não precisa ser nada elaborado, e é muito importante e significativo que se tenha esse momento, porque é a hora que as pessoas podem expressar suas emoções, naquele momento tão difícil no qual a gente se despede de uma pessoa que partiu”.

Padre Lucas explica, porém, que existem os rituais religiosos e que há a possibilidade de um ritual fúnebre religioso mesmo com a situação de isolamento social: “Não temos como elaborar um ritual com todas as partes que geralmente se faz, com as pessoas participando, esse talvez não seja tão simples de ser organizado num momento desse, mas é fundamental que as famílias saibam que existe  a possibilidade. Após notificar um religioso, é bom que se organize um tempo breve, pouco antes do sepultamento ou cremação, e nesse tempo a gente possa fazer uma chamada de vídeo, usar essas plataformas para congregar mais pessoas, e fazer algumas das orações que são feitas nesse momento específico que possam fortalecer essas famílias”.

A despedida pode ajudar os entes a ter um consolo: “A importância desse ritual é justamente porque acentua o fato de que essa pessoa querida não está saindo da nossa vida de qualquer jeito, é preciso oferecer alguma coisa para essa pessoa que está partindo, e isso pode ser muito confortante para os entes sobreviventes”.

O professor explica que os rituais são importantes para evitar o ‘luto complicado’. “Um conforto maior para que se possa evitar o que na psicologia nós chamamos de ‘luto complicado’, porque nem todas as pessoas conseguem lidar com facilidade com a morte. Aliás lidar com a morte é sempre difícil, mas algumas têm mais dificuldade em lidar e desenvolvem o luto complicado. A realização de um ritual religioso pode ser o fator de prevenção de um luto complicado”.

Padre Lucas diz ainda que, mesmo que não se consiga fazer um ritual nesse momento próximo ao sepultamento, pode ser organizado sim um encontro virtual com várias pessoas e nesse encontro pode-se organizar um ritual de despedida, de manifestação e expressão de sentimentos, no qual os familiares podem falar sobre aquilo que vem ao coração.

"Isso, talvez, minimize a dor das pessoas que perdem seus entes queridos e se veem [por conta da pandemia], limitadas a expressar seus sentimentos e manifestar um gesto de despedida dessas pessoas”, finaliza.





sábado, 25 de abril de 2020

Líderes anticorrupção veem racha da direita e erosão de apoio a Bolsonaro

Manifestações deram capital político a líderes de movimentos anticorrupção, que posteriormente romperam com BolsonaroImagem: Danilo Verpa/Folhapress

Caio Blois

Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ)

25/04/2020 04h00

Lideranças de movimentos de rua que apoiaram Jair Bolsonaro nas eleições de 2018 e ganharam capital político ao lado do atual presidente veem a situação do mandatário ficar politicamente insustentável, após as acusações de Sergio Moro, ex-ministro da Justiça. A saída de Moro do governo amplia a cisão entre lava-jatistas e bolsonaristas, fato perceptível pelo discurso de representantes desses grupos.

Esses movimentos que foram às ruas exigir mudanças na política, durante os protestos que se espalharam pelo país em 2013, concordam integralmente com a Operação Lava-Jato, mas hoje divergem em relação ao governo federal. Enxergam desgaste na gestão de Bolsonaro e um "racha" na direita.

O ex-juiz, que se notabilizou pelo julgamento do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) durante a Lava-Jato, pediu demissão após Bolsonaro interceder pela saída de Maurício Valeixo do cargo de diretor-geral da Polícia Federal. Moro acusou o mandatário de interferência política na PF.

"O que foi dito hoje, ipsis litteris, é uma clara interferência política não só na Polícia Federal, mas até no Supremo Tribunal Federal. O que ele [Moro] falou é gravíssimo, e se provado constitui crime de responsabilidade [de Bolsonaro]. A sequência de atos pode se constituir também crime de responsabilidade. O que aconteceu hoje [ontem] separa os mais radicais dos razoáveis, que estão dando vários passos para trás. Essas pessoas, sim, ficam agora absolutamente desiludidas. O apoio popular diminui, e o governo fica cada vez mais insustentável", opina Rogério Chequer, líder do movimento "Vem Pra Rua" e hoje filiado ao Partido Novo.

Holiday (ao centro) com o bolsonarista Major Olímpio (PSL-SP) em cima de trio elétrico em manifestaçãoImagem: Nivaldo Souza/UOL

A desilusão com os rumos do bolsonarismo, entretanto, não é uma novidade para as lideranças do Movimento Brasil Livre (MBL), que já retiraram seu apoio ao governo Jair Bolsonaro em 2019. O vereador Fernando Holiday (Patriota-SP) vê o presidente como um traidor.

"Acredito que as declarações do [Sergio] Moro nos fazem ter, sem sobra de dúvida, a certeza de que Bolsonaro é o maior traidor que a direita poderia ter nos últimos tempos. As acusações do Moro nas declarações indicam crimes de responsabilidades. Não nos resta outra coisa a não ser averiguar e considerar o impeachment. A direita foi rachada de vez. Só vai restar apoio em uma bolha muito específica. Quem é contra a corrupção e achava que o governo poderia ajudar está decepcionado e considera o Bolsonaro um traidor. Traidor a gente trata como lixo", afirma.

Outro líder do MBL, o deputado estadual Arthur Do Val (Patriota-SP), o "Mamãe Falei", chamou o governo de "mal-intencionado". Ele lembrou que o movimento era liberal, e não apenas "anticorrupção", já que "todas as pessoas devem ser anticorrupção por prerrogativa".

Do Val acredita que Jair Bolsonaro só conseguirá sobreviver politicamente aproximando-se do centrão e, para isso, contrariará sua própria narrativa de desprendimento dos antigos personagens fisiológicos da política.

"Essa negociação de cargos já existe tem tempo. O corporativismo político é um problema comparável à corrupção. O Bolsonaro foi eleito para fazer algo diferente, e nesse momento faz o contrário. É o cúmulo se sentar para conversar com [Gilberto] Kassab (PSD), Valdemar da Costa Neto (PL) e Roberto Jefferson (PTB). Vejo isso como ameaça à democracia. No caso do Bolsonaro, como ele bateu de frente nas eleições, vai ser ainda mais custoso 'sentar no colo' dessa gente."

Carla Zambelli mantém apoio ao presidente

Uma das ativistas de maior notoriedade nos protestos, Carla Zambelli se tornou deputada federal de São Paulo pelo PSL, à época partido de Bolsonaro. A fundadora e líder do movimento "Nas Ruas" se mantém fiel ao atual presidente. Triste pela saída de Moro do governo, ela afirmou que seguirá como aliada do governo na Câmara dos Deputados.

"A situação como um todo me deixa muito triste. Mas não comentarei as declarações do Moro. Fico triste com a saída dele. Era uma pessoa extremamente importante para o governo. Um pilar do governo Bolsonaro. De todo jeito, com a saída dele, o governo tem que continuar. Como parlamentar da base do governo meu trabalho vai seguir", disse.

Aliados do ministro da Economia, Paulo Guedes, temem pressão por sua saída

Por Folhapress, 13:28 / 25 de Abril de 2020 A avaliação neste momento é que, no limite, Guedes poderá ser obrigado a abandonar a agenda austera NEGÓCIOS
Guedes não se demite, dizem interlocutores do ministro Foto: Wilson Dias/Agência Brasil A saída de Sergio Moro (Justiça) do governo gerou preocupação entre aliados de Paulo Guedes. O temor é que o ministro da Economia possa passar pelo mesmo calvário do antigo colega. Há apreensão em uma possível persistência de Bolsonaro na estratégia de aproximação de partidos do centrão. Seria uma forma de evitar um processo de impeachment. A avaliação neste momento é que, no limite, Guedes poderá ser obrigado a abandonar a agenda austera. No cenário mais pessimista, teria de deixar o governo para que fatia expressiva do Congresso seja agraciada com recursos públicos. No entorno de Bolsonaro, há demandas para destravar o uso de dinheiro do Tesouro enquanto o governo busca apoio no Legislativo. Nesta semana, o governo anunciou um plano de retomada, o Pró-Brasil. O programa prevê o uso de recursos públicos para obras de infraestrutura. Na visão de aliados de Guedes, trata-se de uma oportunidade do mundo político de usar a crise do coronavírus para destravar o gasto público. Essa estratégia pode fidelizar sobretudo o apoio do centrão. O movimento por mais recursos já estava em curso antes da saída de Moro e agora poder ser acelerado. Caso o plano vá adiante, a avaliação desses aliados é que a agenda de Guedes poderia ser atacada a ponto de inviabilizar sua permanência no governo. Apesar de no discurso o governo defender a importância de regras fiscais como o teto de gastos (que impede o crescimento dos gastos acima da inflação do ano anterior), a avaliação é que, na prática, o Planalto pode abrir os cofres para assegurar 171 votos via centrão para evitar um processo de impeachment. Ao lançar um plano de obras públicas, o ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) estaria acenando com obras para a base eleitoral de parlamentares. Bolsonaro poderia cobrar essa fatura com apoio político no Congresso. O problema, ainda segundo assessores do governo, é que, nessa disputa, o governo terá de medir forças com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Com as obras, Bolsonaro tentaria provocar um racha no centrão para não só conter um impeachment mas também para conseguir eleger o próximo presidente da Casa. Centrão Bolsonaro já foi do PP, partido investigado pela Lava-Jato e um dos principais representantes do centrão. Dessa sigla, o presidente pediu desfiliação em 2015 em busca de uma sigla que sustentaria a candidatura dele à Presidência da República. Grupo de partidos independentes ao governo e que, juntos, reúnem a maioria do Congresso, o centrão é a ala política a ser conquistada para a aprovação dos principais projetos no Legislativo. Foi também o grupo responsável por garantir o impeachment de Dilma Rousseff (PT). O Planalto retomou o contato com esses congressistas neste mês. Bolsonaro até se reuniu e tirou fotos com o líder do PP, Arthur Lira (AL), um dos principais líderes do centrão. O partido, que critica a Lava-Jato, não se posicionou sobre a demissão de Moro. Esse foi o mesmo comportamento do PL, Republicanos e Solidariedade, que passaram a defender a estabilidade nesse momento de crise no governo. Apesar das incertezas sobre os próximos passos do governo, interlocutores de Guedes dizem que a saída de Moro não causa um impacto direto no titular da área econômica neste momento e não faz o chefe da equipe econômica pensar em desistir do cargo. Guedes não se demite, dizem eles. O ministro vê sua função no governo como uma missão para transformar o Estado por meio de uma visão liberal, e não como uma oportunidade para ganhar dinheiro, dizem interlocutores. Se depender de Guedes, afirmam, ele continua no cargo na defesa de sua agenda, sobretudo a da austeridade fiscal.

Chefe de facção criminosa e advogada viram réus em processo

Por Redação, seguranca@svm.com.br 07:15 / 25 de Abril de 2020 Outros 21 acusados também viraram réus por diversos crimes. PF e Gaeco encontraram planos ousados em conversas do grupo, como o atentado à vida de autoridades, o resgate de presos e a explosão da Arena Castelão
Crise na Segurança Pública, em setembro de 2019, teve cerca de 100 ataques e 150 suspeitos capturados FOTO: CAMILA LIMA O chefe da facção Guardiões do Estado (GDE) Ednal Braz da Silva, conhecido como 'Siciliano', a advogada Elisângela Maria Mororó e outros 21 acusados de cometer ações criminosas e planejar atentados contra o Estado viraram réus em um processo que tramita na Vara de Delitos de Organizações Criminosas, da Justiça Estadual do Ceará. O juiz aceitou a denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE) na íntegra, no último dia 14 de abril. 'Siciliano' é réu pelos crimes de organização criminosa, incêndio, dano e tráfico de drogas. Enquanto Elisângela é ré por organização criminosa. Além desses crimes, os outros réus respondem, conforme a participação individual, por porte ilegal de arma de fogo. A defesa da advogada não comentou a decisão da Justiça até o fechamento desta matéria. Os advogados dos outros réus não foram localizados. Conforme a acusação do MPCE, apresentada no dia 28 de fevereiro deste ano, "'Siciliano' exerce elevado grau de ascendência na liderança da GDE". As investigações apontam que ele teria ordenado a série de ataques a bens públicos e privados no Ceará, ocorrida em setembro de 2019, mesmo estando preso em Limoeiro, em Pernambuco. Foram cerca de 100 ações criminosas cometidas pela facção e 150 suspeitos capturados pelas Forças de Segurança. A partir da apreensão de telefones celulares que 'Siciliano' mantinha dentro do cárcere, na Operação Torre, deflagrada em 26 de setembro do ano passado, e da consequente extração dos dados desses aparelhos autorizada pela Justiça, a Polícia Federal (PF) e o Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público, chegaram à teia criminosa e a planos ousados. Os criminosos planejavam, no aplicativo de mensagens WhatsApp, os assassinatos dos secretários da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), André Costa, e da Administração Penitenciária (SAP), Mauro Albuquerque, e de um diretor de um presídio. Além disso, a facção tramava o resgate de presos do Centro de Detenção Provisória (CDP), localizado em Itaitinga. "Vão tudo como (policial) Federal e como agente (penitenciário) e com ofício de transferência... Depois vou pegar a lista e lhe mando ok... Já compramos os carros e mandamos envelopar (adesivar)", avisou 'Siciliano' a Francinélio Oliveira e Silva, outro réu. O plano ousado contava até com o apoio da facção rival Comando Vermelho (CV). O contato de 'Siciliano' era feito com Cíntia Bastos de Sousa, a 'Ruiva'. "Você não vai querer os emblemas, que já está lá na mão do pessoal é 500 reais lá, pra dá, é o I5, da frente e das costas, se você for querer, você diz, porque se não vou passar pra outra pessoa, pros meninos que vão... Também... Precisar...", questionou a mulher, em uma conversa encontrada pelos investigadores. Mensageira A advogada Elisângela Mororó atuava como conselheira dos líderes da facção Guardiões do Estado e uma espécie de "mensageira" do grupo criminoso, trocando informações entre a rua e os presídios, segundo a denúncia. Em uma das conversas interceptadas, ela afirma que outro plano criminoso, de explodir a Arena Castelão durante um show de forró, renderia grande repercussão, sendo digno de notícia internacional. Elisângela foi presa em flagrante no dia 13 de novembro de 2019, no Município de Catarina, na posse de drogas e uma arma de fogo. Mas no último dia 26 de março, ela foi solta pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), por ser "indispensável aos cuidados de sua mãe, portadora de deficiência" e porque "goza de condições pessoais favoráveis, tais como residência fixa, ocupação lícita e, ao que se tem, é (ré) primária". Réus no processo: Ednal Braz da Silva, o 'Siciliano'; Elisângela Maria Mororó; Francinelio Oliveira e Silva; Jose Mário Acelino de Lima; Eduardo Pereira da Silva; Luis Felipe Lima de Carvalho; Antonia Valdirene de Lima Soares; José Liones da Silva Souza; Isaias Sousa Madureira; Marcos Antonio de Castro Farias; Felipe Bruno Nunes Pereira; Cintia Bastos de Sousa; Francisco Marcilieudo Mesquita da Silva; Ailton Maciel Lino; Douglas Ferreira de Sousa; Francisco Odaildo Facundo de Melo; Nayana Martins da Silva; Elinaldo Marcelino da Silva; Cícero Romário Pereira da Silva; Maria Socorro Rodrigues Cipriano; Adaberon Gomes Arcoverde; Gilson Marques Mendes Madureiro; e Sueliton Borges de Sousa

sexta-feira, 24 de abril de 2020

BRASIL, UM PAÍS À BEIRA DO ABISMO

Nosso país antes entregue ao antro da corrupção que o deixava quebrado e com a economia abalada. Dominado por fações criminosas, educação de péssima qualidade, enquanto que na saúde tudo estava muito a desejar. Nosso país acabara de enfrentar um impeachment que destituiu do cargo sua presidenta, a primeira mulher eleita para o cargo no Brasil, o que para muitos não passou de um golpe. A operação lava jatos estava em alta, muitos corruptos foram parar atrás das grades, muitos políticos envolvidos em processos ligados a corrupção, propinas e lavagens de dinheiro, estavam sendo investigados. Pela primeira vez um ex-presidente sendo fortemente investigado, perdendo assim o direito de participar como candidato a presidência, por conta da lei da ficha limpa, mesmo quando nas pesquisas era possuidor da maior popularidade do povo do seu país, esse que posteriormente seria julgado, condenado e preso em segunda instância. Eis que surge em meio a maior crise política do Brasil um espécie de Salvador da Pátria. O homem que acabaria com a corrupção no país e que governaria com honra e honestidade e patriotismo, além de prometer que armaria a população pondo um fim a lei do desarmamento implantado em governos anteriores. Esse homem era um espécie messiânico, profetizado para salvar seu povo do sofrimento, da roubalheira e da corrupção. Seu nome, Jair Messias Bolsonaro, ou simplesmente Bolsonaro. Desacreditado por muitos mais munido de muita disposição e vendendo o "peixe" que nossa população queria comprar, Bolsonaro chegara ao segundo turno das eleições, com a ajuda de um tal Adélio Bispo, até então uma pessoa anônima que almejou sem êxito tirar-lhe a vida com uma traiçoeira facada. Finalmente, Jair Messias Bolsonaro é eleito presidente do Brasil. Na formação dos seus ministérios, eis que um forte nome surge para o ministério da justiça e da segurança. Justo aquele homem, a peça fundamental para que sua Vitória como presidente se concretizasse, o Juiz Sérgio Moro, pois fôra ele quem conduziu o julgamento e a condenação em primeira instância do que seria o seu arquirrival, caso participasse das eleições, o ex-presidente Lula. Fôra quase um Ano e meio de ministério, mais o mesmo homem, a pessoa que mais influenciou nos resultados da eleições para que Jair Messias Bolsonaro se tornasse Presidente do Brasil, ontem dia 24 de abril de 2020 por motivos internos pede demissão do seu ministério, e em coletiva em rede Nacional faz sérias acusações que incriminam o atual presidente, o deixando doravante o que já não andava bem, ficou ainda pior, a situação do governo, em meio à uma pandemia do covid-19 que assola o Brasil e o mundo. Dessa forma, o que já não andava bem das pernas, doravante o novo governo vive o momento de maior dificuldade, levando cada vez mais o nosso Brasil para a beira de um abismo.

Por Limar Araújo.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Quarto maior açude do Ceará, Araras sangra pela primeira vez em 9 anos

Os últimos haviam sido o Orós e o próprio Araras em 2011

19:06 | 23/04/2020

Após nove anos, o açude Paulo Sarasate, conhecido como Araras, sangrou nesta quinta-feira, 23, no município de Varjota, no Ceará. A informação foi publicada no Portal Hidrológico da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh).

O açude atingiu o volume de 859,63 mm, e se tornou o primeiro grande reservatório do Ceará com capacidade máxima em nove anos. Os últimos haviam sido o Orós e o próprio Araras em 2011.


Castanhão registra o maior nível desde 2015, mas situação hídrica ainda requer uso racional

Em dezembro de 2015, o Castanhão registrava 12,20% do volume total; em 22 de abril de 2020, o açude alcançou 13,06%

11:19 | 23/04/2020

O açude Castanhão registrou 13,06% da capacidade total de 6 bilhões e 700 milhões de metros cúbicos (m³) nessa quarta-feira, 22. É o maior nível desde dezembro de 2015, quando preencheu 12,20%. Os dados são da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), em boletim atualizado às 20h59min de ontem.

De acordo com Hermilson Freitas, gerente regional da Cogerh de Limoeiro do Norte, o Ceará está com uma boa quadra chuvosa em 2020, algo que não acontecia desde 2012. De março até abril deste ano, o volume do Castanhão subiu em 10,23 pontos percentuais. Só nas últimas 24h, o aporte permitiu uma subida 19 centímetros no nível da água, equivalente a mais de 16 milhões m³.

Além do prognóstico positivo da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) ter se concretizado, as chuvas também têm caído no “canto certo”. Para o Castanhão encher, é preciso chover na região do Cariri cearense. Ali, explica Hermilson, o Rio Salgado recebe as águas e elas seguem para o Rio Jaguaribe, que banha o açude.



LEIA MAIS: Dos 155 açudes do Estado, 36 estão sangrando, de acordo com a Cogerh

Entretanto, o gerente regional reforça que o Castanhão ainda é um dos 55 açudes com menos de 30% do volume total. “Em relação à capacidade total [do Ceará] há de convir que estamos bem abaixo. Ainda requer cuidados, mesmo chovendo, mesmo estando dentro da quadra, mesmo a Funceme tendo apontado volumes acima da média”, alerta.

O cenário pode ser o melhor em quatro anos, mas ainda requer uso racional dos recursos hídricos. Hermilson conta, por exemplo, que foi preciso manter uma vazão de 1.200 litros por segundo mesmo durante o inverno para suprir necessidades de outras cidades. Geralmente, no primeiro semestre o açude tem vazão mínima, para reter o máximo possível de água.

“Ainda que abril tenha sido um mês de chuvas propícias, nós temos sim a necessidade de continuarmos com consumo responsável, principalmente nesse período da quarentena”, lembra o gerente. Afinal, as medidas de prevenção contra a Covid-19 envolvem higienização constante de ambientes e das mãos.

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Bancadas do PT na Câmara e no Senado aderem ao 'Fora, Bolsonaro'

As bancadas petistas querem uma "campanha por mudanças institucionais e políticas para garantir a democracia no País"

© Divulgação

22/04/20 05:50 ‧ HÁ 10 HORAS POR ESTADAO CONTEUDO

POLÍTICA CRISE


Bancadas do PT na Câmara e no Senado aderem ao 'Fora, Bolsonaro'

As bancadas petistas querem uma "campanha por mudanças institucionais e políticas para garantir a democracia no País"

Bancadas do PT na Câmara e no Senado aderem ao 'Fora, Bolsonaro'
  
Notícias ao Minuto Brasil

22/04/20 05:50 ‧ HÁ 10 HORAS POR ESTADAO CONTEUDO

POLÍTICA CRISE

As bancadas do PT na Câmara e no Senado decidiram nesta terça-feira (21) aderir à campanha "Fora, Bolsonaro". Em videoconferência com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente nacional do partido, deputada Gleisi Hoffmann (PR), os líderes da legenda no Congresso defenderam o uso do lema para "mobilizar a sociedade em defesa de mudanças no País". Eles querem o "Fora, Bolsonaro" como "palavra de ordem", de acordo com texto publicado pela página da sigla na internet.

Segundo a agremiação, as bancadas petistas querem uma "campanha por mudanças institucionais e políticas para garantir a democracia no País, em defesa da vida e contra a manutenção de Jair Bolsonaro à frente do governo". "A contraofensiva é uma reação à escalada autoritária do presidente da República, que nas últimas 48 horas ofendeu a Constituição, cometeu crime de responsabilidade e deu mostras de desprezo à vida dos brasileiros, ao defender o fim do isolamento social como forma de conter a pandemia do coronavírus", afirma o texto publicado pelo partido.

"Bolsonaro atravessou o limite aceitável para um presidente", destacou o líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (SE), segundo a legenda. "Bolsonaro é muito pequeno para dirigir o Brasil... É preciso dar um basta. Se persistir, tudo vai piorar", afirmou o líder da sigla na Câmara, Enio Verri (PR). Já o líder da Minoria na Câmara, José Guimarães (PT-CE), alegou, conforme o texto do partido, que a "democracia não suporta mais três anos de governo Bolsonaro".

Por sua vez, o líder da Oposição no Congresso, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), declarou que "Bolsonaro não tem mais condições de governar".

A bancada do PT na Câmara tem 53 integrantes e no Senado, 6.


Bolsonaro quer colocar pastor da Igreja Universal no lugar de Maia

Bolsonaro procura construir uma candidatura à sucessão de Maia


© Reuters

22/04/20 13:40 ‧ HÁ 2 HORAS POR ESTADAO CONTEUDO

POLÍTICA BASTIDORES

Aestratégia do presidente Jair Bolsonaro para formar uma base de sustentação parlamentar passa pela eleição para o comando da Câmara, hoje nas mãos de Rodrigo Maia (DEM-RJ), seu desafeto. Ao tentar atrair o Centrão com a oferta de cargos - que vão de diretorias do Banco do Nordeste a secretarias em ministérios -, Bolsonaro também procura construir uma candidatura à sucessão de Maia.


Nos bastidores, o presidente se movimenta para impulsionar a campanha do deputado Marcos Pereira (SP) nessa disputa, marcada para fevereiro de 2021. Vice-presidente da Câmara, Pereira comanda o Republicanos, partido que recentemente abrigou o senador Flávio Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro, ambos do Rio. Os dois se filiaram temporariamente, enquanto o Aliança pelo Brasil não consegue as assinaturas suficientes para sair do papel.

Pastor licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, Pereira é um dos postulantes do Centrão ao comando da Câmara. A bancada evangélica leva hoje o título de principal avalista de Bolsonaro no Congresso. Outro candidato que conta com a simpatia do presidente é o deputado Arthur Lira (AL), líder do PP e réu em processo por corrupção passiva. A ideia de Bolsonaro é observar, mais adiante, qual dos dois será fiel a seu projeto e terá mais viabilidade.

Maia e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), não poderão concorrer à reeleição, se não houver mudanças de regras. Motivo: a Constituição impede que os presidentes da Câmara e do Senado sejam reconduzidos aos cargos na mesma legislatura. Antes da crise do coronavírus, no entanto, havia uma articulação nesse sentido, principalmente por parte de Alcolumbre, que encomendou até parecer jurídico. Bolsonaro, por sua vez, está convencido de que precisa construir uma alternativa a Maia. Cabe ao presidente da Câmara autorizar ou não a tramitação de qualquer pedido de impeachment na Casa.

Cargos

Em outra frente para buscar apoio, o Planalto decidiu apressar a entrega de cargos a partidos do Centrão, como mostrou o Estado. Bolsonaro impôs, porém, um filtro: os indicados não podem ter trabalhado em administrações do PT. Além disso, o Planalto vai monitorar as redes sociais de todos.

O DEM perderá o comando da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e da Parnaíba (Codevasf), que deve ser entregue ao PP de Lira e do senador Ciro Nogueira (PI). Pelo acerto dos últimos dias, o PL de Valdemar Costa Neto ficará com o Banco do Nordeste. O governo também prometeu ao partido de Valdemar a Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária, cargo que formula estratégias de combate ao coronavírus. O Republicanos, por sua vez, poderá ocupar uma secretaria no Ministério do Desenvolvimento Regional. Pereira foi ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços na gestão de Michel Temer.

Bolsonaro fará nova rodada de conversas nos próximos dias. Nesta quarta-feira, ele receberá o deputado Baleia Rossi (SP), presidente do MDB. Amanhã a audiência será com o prefeito de Salvador, ACM Neto, que dirige o DEM.

No domingo, porém, ao participar de manifestação que defendia o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal, o presidente atacou o que chamou de velha política. "Nós não queremos negociar nada. Nós queremos ação pelo Brasil", disse ele, em cima da caçamba de uma caminhonete, diante do Quartel-General do Exército.

Para o deputado Efraim Filho (PB), líder do DEM na Câmara, as divergências devem ser arquivadas neste momento. "Falar em intervenção militar, por um lado, e impeachment, por outro, é um desserviço para o Brasil. Já temos crise de saúde, crise econômica e uma nova crise política não seria bem-vinda", afirmou. "Precisamos de um pacto de união nacional para enfrentar a covid-19. Não é hora de disputa política nem de discursos agressivos", avaliou Baleia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

terça-feira, 21 de abril de 2020

Manaus começa a enterrar em vala coletiva; desespero por todo lado

O Amazonas registrou mais 110 casos de covid-19 nesta terça-feira, totalizando 2.270 relatos confirmados do novo coronavírus no Estado
© Reuters 21/04/20 21:26 ‧ HÁ 21 MINS POR ESTADAO CONTEUDO
BRASIL CAOS rotina de 30 enterros por dia ultrapassou 120 no Amazonas e já exige o uso de valas coletivas no Cemitério Parque Tarumã, principal área de sepultamento na zona norte de Manaus. O Estado apresenta o maior índice de contaminação proporcional pela doença.


Segundo a Prefeitura, essa metodologia de "abertura de trincheiras", já é utilizada em outros países. Diferentemente do que se convencionou chamar de vala comum, uma área de enterros sem identificações, essa medida "preserva a identidade dos corpos e os laços familiares, com o distanciamento entre caixões e com a identificação das sepulturas."

O Amazonas registrou mais 110 casos de covid-19 nesta terça-feira, totalizando 2.270 relatos confirmados do novo coronavírus no Estado, segundo boletim epidemiológico divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM). Também foram confirmados mais oito óbitos pela doença, elevando para 193 o total de mortes.

A Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom), da Prefeitura de Manaus, informou oficialmente que, "com o aumento na demanda do cemitério público Nossa Senhora Aparecida, no Tarumã, em consequência da covid-19, e devido aos consecutivos conflitos entre familiares e a imprensa", o acesso ao local está restrito "às famílias que forem enterrar os seus entes queridos, na quantidade máxima de cinco pessoas, conforme o Decreto 4.801, de 11 de abril de 2020". "A medida visa a preservar a privacidade das famílias enlutadas e também considera o risco de propagação do novo coronavírus."

"Hoje, dos 106 sepultamentos (no Estado), 36,5% das pessoas morreram em casa. Está se caracterizando certa falência, certo colapso das possibilidades de atender. Nosso Hospital de Campanha, e a prefeitura não tem obrigação de cuidar de hospitais, está trabalhando e bem. Hoje, se não me engano, foram quatro altas. Estamos acolhendo as pessoas com critério muito rígidos para termos certeza de dominância do quadro. O número de UTIs está crescendo e as UTIs estão totalmente lotadas. As quatro vagas abertas com certeza já foram ocupadas", disse o prefeito Arthur Virgílio (PSDB) nas redes sociais.

A alta nos enterros coincide com o momento em que a ocupação dos leitos oscila entre 96% e 100%, segundo confirmou a secretária estadual de Saúde, Simone Papaiz, em boletim do governo. Faltam vagas em leitos clínicos e, principalmente, nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Entre casos suspeitos e confirmados de covid-19, 879 pessoas estão internadas, sendo 262 em UTI.

A diretora da Fundação de Vigilância Sanitária do Estado, Rosemary Pinto, atribui os números do Amazonas à falta de adesão ao isolamento, em Manaus. "A Polícia e a Vigilância passam nas áreas de comércios não essenciais e na hora eles fecham. Duas horas depois, nós voltamos e o comércio está todo aberto. A população não está aderindo ao 'fique em casa'."

Assistência

O Serviço de Pronto Atendimento da Alvorada, zona oeste de Manaus, a chegada de pacientes é crescente e os relatos são de estrutura precária, com falta de respiradores e de técnicos para trocar o cilindro de oxigênio. E os profissionais de saúde também se somam à lista de doentes: em uma semana, 52 testaram positivo no Amazonas. São 376 afastados. Houve nove mortes - três médicos, quatro técnicos de enfermagem e um gestor e um profissional de outra categoria.

Senador leva representação contra Bolsonaro à PGR após ato pró-golpe

Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido)


Senador leva representação contra Bolsonaro à PGR após ato pró-golpe

Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Senador leva representação contra Bolsonaro à PGR após ato pró-golpe
  
Notícias ao Minuto Brasil

20/04/20 13:30 ‧ HÁ 17 HORAS POR FOLHAPRESS

POLÍTICA JUSTIÇA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da minoria no Senado, apresenta nesta segunda-feira (20) uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Procuradoria-Geral da República.

Rodrigues se baseará no artigo 268 do Código Penal, o qual versa sobre "infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa". A pena prevista é de detenção, de um mês a um ano, e multa.

"Se Bolsonaro não respeita a Constituição Federal, as instituições devem funcionar tanto para ele, enquanto presidente da República, como para qualquer cidadão que comete crimes", escreveu o senador nas redes sociais.

Neste domingo (19), carreatas em diversas capitais, como São Paulo, Salvador e Manaus, desafiaram o isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde para conter a pandemia de coronavírus.

Senador leva representação contra Bolsonaro à PGR após ato pró-golpe

Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Senador leva representação contra Bolsonaro à PGR após ato pró-golpe
  
Notícias ao Minuto Brasil

20/04/20 13:30 ‧ HÁ 17 HORAS POR FOLHAPRESS

POLÍTICA JUSTIÇA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da minoria no Senado, apresenta nesta segunda-feira (20) uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Procuradoria-Geral da República.

 

Rodrigues se baseará no artigo 268 do Código Penal, o qual versa sobre "infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa". A pena prevista é de detenção, de um mês a um ano, e multa.

"Se Bolsonaro não respeita a Constituição Federal, as instituições devem funcionar tanto para ele, enquanto presidente da República, como para qualquer cidadão que comete crimes", escreveu o senador nas redes sociais.

Neste domingo (19), carreatas em diversas capitais, como São Paulo, Salvador e Manaus, desafiaram o isolamento social recomendado pela Organização Mundial da Saúde para conter a pandemia de coronavírus.

Em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro participou de ato contra o isolamento social e a favor de intervenção militar, causando aglomerações e gerando reação de políticos e ministros do Supremo.

Em cima da caçamba de uma caminhonete, diante do quartel-general do Exército e se dirigindo a uma aglomeração de apoiadores pró-intervenção militar no Brasil, Bolsonaro afirmou que "acabou a época da patifaria" e gritou palavras de ordem como "agora é o povo no poder".

"Nós não queremos negociar nada. Nós queremos ação pelo Brasil", declarou o presidente, que participou pelo segundo dia seguido de manifestação em Brasília, provocando aglomerações em meio à pandemia do coronavírus. "Chega da velha política. Agora é Brasil acima de tudo e Deus acima de todos."

Cabe ao procurador-geral da República, Augusto Aras, acatar ou não a representação do senador Randolfe Rodrigues. Em nota publicada na noite de domingo (19), Aras afirmou que o Ministério Público está atento à defesa da democracia em prol da preservação das instituições do Estado brasileiro.

"Precisamos estar atentos para que uma calamidade pública não evolua para modelo de estado de defesa ou de sítio, porque a história revela que nesses momentos podem surgir oportunistas em busca de locupletamento a partir da miséria e da perda da paz que podem resultar em graves comoções sociais", escreveu o procurador-geral da República.

"Para ganhar copa do mundo é preciso alguém chamar a responsabilidade pra si"

Tá na hora de surgir um novo jogador brasileiro para honrar a amarelinha e nos presentear com o hexa!