sexta-feira, 18 de outubro de 2019
Bombeiros confirmam 7ª morte do desabamento do Edifício Andrea
Edifício ruiu na manhã da terça-feira. Sete pessoas morreram e sete foram resgatadas com vida. Outras duas seguem desaparecidas.Edifício Andrea desabou por volta de 10h30 de terça-feira
Sete mortes foram confirmadas e sete pessoas foram resgatadas com vida, segundo o comando do Corpo de Bombeiros do Ceará.O Corpo de Bombeiros do Ceará confirmou nesta sexta-feira (18) o sétimo óbito no desabamento do edifício Andrea, em Fortaleza. A sétima vítima foi identificada como Vicente de Paula Menezes, de 86 anos.
Ele era casado com Izaura Marques Menezes, 81 anos, e pai de Roseane, de 55 anos, ambas também vítimas do desabamento. Vicente é ainda avô de Fernando Marques, o primeiro sobrevivente retirado dos escombros do edifício Andrea.
Além das sete mortes confirmadas, duas pessoas seguem desaparecidas e sete foram resgatadas com vida. O comandante do Corpo de Bombeiros do Ceará, Eduardo Holanda, afirmou que uma das pessoas que era considerada desaparecida não estava no condomínio no momento do desabamento, reduzindo o número de possíveis vítimas.
"Nós trabalhamos com as pessoas reclamadas [cujos familiares afirmam que a pessoa estava no condomínio no momento do incidente]. No primeiro dia veio um irmão dizendo que a pessoa estava trabalhando aqui [no edifício Andrea], como técnico de ar-condicionado, mas ele não estava. Ele inclusive já foi encontrado [em outro local, não sob os escombros do edifício]", explica o comandante responsável pela operação.
O edifício Andrea desabou às 10h28 de terça-feira (15), minutos após uma obra de reparo no condomínio.O engenheiro técnico apontado em documento como responsável pela reforma e proprietário da empresa Alpha Engenharia, José Andreson Gonzaga dos Santos, disse à polícia que iniciou as obras no prédio no último dia 15 de outubro. No entanto, moradores afirmaram que a reforma começou no dia 14 de outubro, um dia antes da tragédia.
"Eu ainda reclamei daquele serviço. O cara descascou todas as colunas. Cinco colunas. Quando ele foi mexer no pilar principal, deu um 'papoco', os ferros estouraram e o prédio desceu", afirma Paulo Bezerra Martins, morador do primeiro andar do edifício Andrea.
Segundo o engenheiro, a obra para recuperação dos pilares e das vigas do condomínio foi orçada no valor de R$ 22.200. Ele afirmou à polícia que os pilares estavam com as ferragens com nível alto de corrosão. No momento do acidente, Andreson e os funcionários estavam no condomínio, mas não chegaram a ficar sob os escombros.
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