sexta-feira, 24 de abril de 2020

BRASIL, UM PAÍS À BEIRA DO ABISMO

Nosso país antes entregue ao antro da corrupção que o deixava quebrado e com a economia abalada. Dominado por fações criminosas, educação de péssima qualidade, enquanto que na saúde tudo estava muito a desejar. Nosso país acabara de enfrentar um impeachment que destituiu do cargo sua presidenta, a primeira mulher eleita para o cargo no Brasil, o que para muitos não passou de um golpe. A operação lava jatos estava em alta, muitos corruptos foram parar atrás das grades, muitos políticos envolvidos em processos ligados a corrupção, propinas e lavagens de dinheiro, estavam sendo investigados. Pela primeira vez um ex-presidente sendo fortemente investigado, perdendo assim o direito de participar como candidato a presidência, por conta da lei da ficha limpa, mesmo quando nas pesquisas era possuidor da maior popularidade do povo do seu país, esse que posteriormente seria julgado, condenado e preso em segunda instância. Eis que surge em meio a maior crise política do Brasil um espécie de Salvador da Pátria. O homem que acabaria com a corrupção no país e que governaria com honra e honestidade e patriotismo, além de prometer que armaria a população pondo um fim a lei do desarmamento implantado em governos anteriores. Esse homem era um espécie messiânico, profetizado para salvar seu povo do sofrimento, da roubalheira e da corrupção. Seu nome, Jair Messias Bolsonaro, ou simplesmente Bolsonaro. Desacreditado por muitos mais munido de muita disposição e vendendo o "peixe" que nossa população queria comprar, Bolsonaro chegara ao segundo turno das eleições, com a ajuda de um tal Adélio Bispo, até então uma pessoa anônima que almejou sem êxito tirar-lhe a vida com uma traiçoeira facada. Finalmente, Jair Messias Bolsonaro é eleito presidente do Brasil. Na formação dos seus ministérios, eis que um forte nome surge para o ministério da justiça e da segurança. Justo aquele homem, a peça fundamental para que sua Vitória como presidente se concretizasse, o Juiz Sérgio Moro, pois fôra ele quem conduziu o julgamento e a condenação em primeira instância do que seria o seu arquirrival, caso participasse das eleições, o ex-presidente Lula. Fôra quase um Ano e meio de ministério, mais o mesmo homem, a pessoa que mais influenciou nos resultados da eleições para que Jair Messias Bolsonaro se tornasse Presidente do Brasil, ontem dia 24 de abril de 2020 por motivos internos pede demissão do seu ministério, e em coletiva em rede Nacional faz sérias acusações que incriminam o atual presidente, o deixando doravante o que já não andava bem, ficou ainda pior, a situação do governo, em meio à uma pandemia do covid-19 que assola o Brasil e o mundo. Dessa forma, o que já não andava bem das pernas, doravante o novo governo vive o momento de maior dificuldade, levando cada vez mais o nosso Brasil para a beira de um abismo.

Por Limar Araújo.

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